Travessa Dr. Carlos Pires Felgueiras, 12A, 4470-158 Maia.

A incerteza está cada vez mais presente no quotidiano e as ameaças à segurança têm várias origens. Assim, é importante fazer face a estes desafios adotando uma estratégia que permita assegurar a proteção de uma dada propriedade (física ou virtual).

Nesse sentido, é preciso existir uma estratégia integrada consoante o tipo de atividade nas redondezas de um edifício, a capacidade reacional dos serviços de emergência, o impacto de um ataque eventual e até que ponto pode ser controlado o fluxo de pessoas e bens.

Depois disto, é preciso uma abordagem com várias camadas e nas quais se destacam 4 pontos fundamentais – Dissuadir, Detetar, Demorar e Defender.

 

  1. Dissuadir

Em primeiro lugar é importante dissuadir. É algo que pode ser particularmente eficaz no combate a eventuais atacantes solitários que poderão ser inexperientes e, assim, facilmente “desarmados” antes do ataque se suceder.

Esta dissuasão pode ser feita através de barreiras físicas, como portões ou barreiras, ou psicológicas, como a videovigilância.

Uma forma mais intensa de dissuasão é o controlo de entradas. Aqui, entram em cena vários métodos tais como portões de alta velocidade ou portas interligadas.

 

  1. Detetar

Nem sempre a dissuasão é eficaz e, quando tal não acontecer, é preciso uma comunicação rápida e eficaz com os serviços de segurança.

Os alarmes tradicionais fazem essa deteção num ponto de entrada de um edifício, e as câmaras CCTV, controladas remotamente, entram em ação quando tal acontece. Outra possibilidade é o uso de luz ultravioleta ou infravermelha.

Quando os locais têm pessoal autorizado nas instalações, um eventual intruso poderá ser detetado através de uma etiqueta RFID ou através de tecnologias de reconhecimento facial, cada vez mais usuais.

 

  1. Demorar

O próximo passo deverá ser tornar o ataque o mais difícil possível. Isto permite um tempo de reação maior ao staff e/ou aos serviços de segurança da empresa.

Mais uma vez, o controlo de entradas costuma ser eficaz, ao proporcionar uma barreira à entrada e/ou uma zona de saída segura.

 

  1. Defender

Por fim, há medidas mais críticas a tomar quando se protege um determinado local, existindo várias camadas de proteção. Isto inclui o pessoal da segurança ou mesmo os agentes de autoridade.

Neste sentido, é necessário a formulação de um protocolo de segurança de forma a assegurar que o intruso é detido e que o tempo entre a sua imobilização e a chegada das forças de segurança está bem estipulado.

Além disto, é também importante reforçar cofres e outro tipo de reservatórios de valor com sistemas de proteção anti-fogo ou resistente a explosões.